16/12/2025

CDL Sapiranga se une à CNDL em defesa de medidas urgentes para proteger comércio e serviços

Entidade reforça que aprovação de quatro projetos no Congresso é decisiva para dar previsibilidade ao setor em 2026

A Câmara de Dirigentes Lojistas de Sapiranga (CDL Sapiranga) aderiu ao movimento nacional da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) que cobra do Congresso a votação, ainda em 2025, de quatro medidas consideradas essenciais para garantir estabilidade, segurança jurídica e melhores condições de funcionamento para o comércio e os serviços no próximo ano. A proximidade do recesso parlamentar e a chegada do novo sistema tributário em 2026 tornam a decisão urgente para evitar impactos diretos no dia a dia de lojistas e empreendedores.
 
Na prática, os projetos tratam de temas que interferem diretamente no planejamento das empresas, como regras mais claras para o pagamento de dividendos, condições equilibradas de concorrência com o mercado financeiro, manutenção das atividades do varejo nos feriados e proteção das entidades que apoiam micro e pequenas empresas. Segundo a CNDL, deixar essas definições para o próximo ano pode gerar instabilidade, incertezas tributárias e aumento de custos operacionais.
 
Um dos pontos defendidos com mais força é a atualização do Simples Nacional. Se aprovada, a mudança permitirá que mais empresas de pequeno porte permaneçam no regime, reduzindo a carga burocrática e facilitando a vida de comerciantes e prestadores de serviços. Outro item importante para o setor é a votação das regras que garantem a continuidade do trabalho em feriados por meio de acordos individuais — algo fundamental para lojas, supermercados e serviços que dependem do fluxo constante de atendimento para manter suas operações.
 
“Esses projetos afetam diretamente quem está no balcão, quem investe, quem gera emprego e movimenta a economia local. Por isso, apoiar esse movimento nacional é defender o desenvolvimento de Sapiranga e o fortalecimento do comércio”, afirma o presidente da CDL Sapiranga, o comerciante Ademir Gerson Deitos.
 
Também está em debate a criação de regras mais equilibradas de tributação para instituições financeiras e meios de pagamento. Isso contribui para reduzir custos de crédito e de transações, impactando diretamente lojistas que dependem de maquininhas e sistemas digitais para vender. Por fim, o movimento nacional pede garantias de isenção tributária para contribuições associativas, fundamentais para que entidades como CDL, federações e sindicatos continuem oferecendo suporte, capacitação e representação ao setor produtivo sem aumento de despesas.
 
Redação: Marcelo Matusiak

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